quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

A AFIRMAÇÃO DO CRISTIANISMO NO IMPÉRIO ROMANO

O papel do Imperador Constantino na afirmação do Cristianismo no Império Romano


Constantino (272 – 337; governou de 324 a 337) entrou na História como o primeiro imperador romano a professar o cristianismo, na sequência da sua vitória sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de Outubro de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão.

Aquando da sua entrada solene em Roma em 312, Constantino recusou-se a subir ao Capitólio para prestar culto a Júpiter.

- Em 313 publicou o Édito de Milão – concede a liberdade de culto e a igualdade de direitos aos Cristãos, decretando a restituição dos bens anteriormente confiscados à Igreja. Os Cristãos deixaram a clandestinidade das reuniões e passaram a fazê-lo nas suas basílicas.

- Em 325 convocou um concílio ecuménico – o Concílio de Niceia, para organizar hierarquicamente a Igreja; condenou as heresias, instaurou o cesaropapismo (supremacia do Estado sobre a Igreja) e determinou o carácter universal do Cristianismo - comunidade única de fiéis.

- Favoreceu e enriqueceu a Igreja, inseriu na legislação imperial os princípios da moral cristã e no final da vida chegou a aceitar o baptismo.


O papel do Imperador Teodósio na afirmação do Cristianismo no Império Romano

Teodósio nasceu em Espanha por volta de 346 e faleceu em Milão em 17 de Janeiro de 395.



 - Proclama o Édito de Tessalónica (391), que torna o Cristianismo a religião oficial do Império Romano, sendo imposta a toda a população, abolindo assim todas as práticas politeístas dentro dos domínios do Império (395).

- Proibiu também os Jogos Olímpicos, considerados pagãos.


O Concílio de Constantinopla (381), já tinha reconhecido o primado do bispo de Roma sobre todo o mundo cristão

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